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04 de ago | Jornal O Poder

MERCADO - Antonio Magalhães - DIESEL MAIS BARATO. INFLAÇÃO MENOR


A Petrobras anunciou hoje que reduzirá o preço médio da venda do diesel para as distribuidoras de R$ 5,61 para R$ 5,41, uma queda de R$ 0,20 por litro. A medida vale a partir de sexta-feira (5). O diesel mais barato impacta nos preços de produtos ao consumidor por ser o transporte rodoviário de cargas, o principal modal do País.

MANTIDO EQUILÍBRIO COM COTAÇÃO INTERNACIONAL
“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, informou a Petrobras em nota.

PREÇO DA PETROBRAS
A empresa disse ainda que considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, “a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 5,05, em média, para R$ 4,87 a cada litro vendido na bomba”. A última redução no preço do diesel havia acontecido em 1º de maio de 2021.

CONSIGNADO PARA O AUXÍLIO BRASIL
O presidente Jair Bolsonaro sancionou ontem a lei que permite a contratação de empréstimos consignados por pessoas que são beneficiários de programas de Transferência de Renda do Governo, como o Auxílio Brasil e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O texto definiu o limite de até 40% do valor recebido por meio do programa assistencial poder ser empregado para pagar os empréstimos.

MARGEM MAIOR PARA APOSENTADOS
A nova lei também elevou a margem de renda que pode ser usada para pagar empréstimos consignados por aposentados e pensionistas do Regime Geral da Previdência Social. Agora, o limite será de 45% dos benefícios, dos quais 35% devem ser usados para empréstimos, financiamentos a arrendamentos mercantis, 5% para operações de saques ou despesas contraídas por meio de cartão de crédito consignado e 5% para gastos com o chamado cartão de benefícios.

RETIRADA RECORDE DA POUPANÇA
Diante da escalada de preços na economia e do aumento da taxa Selic, os saques da caderneta de poupança somaram R$ 12,662 bilhões em julho, informou há pouco o Banco Central, a maior saída de recursos para o mês da série histórica do BC, iniciada em 1995. A retirada no mês passado é mais de cinco vezes maior do que o recorde negativo anterior para o período, de 2015 (-R$ 2,453 bilhões). Em junho, os saques foram de R$ 3,755 bilhões, já, em julho de 2021, o saldo foi positivo em R$ 6,377 bilhões.

Postado em www.opoder.com.br