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23 de jun | Jornal O Poder

MARINHA CONFIRMA - NAVIO QUE SAIU DE RECIFE AFUNDOU NA PB

A Marinha do Brasil confirmou que o navio de cargas Thaís IV afundou no litoral paraibano, a 60 milhas a aproximadamente 120km) de Cabedelo. A embarcação tinha saído do Recife com destino a Fernando de Noronha, quando apresentou problemas. Ainda não se sabe a causa do acidente, mas as fortes chuvas podem ter contribuído com o naufrágio.


A EMPRESA
O barco, operado pela empresa Jaqueline Segundo, desatracou do ancoradouro nesta terça-feira (21), às 14h20, seguindo com destino a Fernando de Noronha com 100 toneladas de materiais diversos. Porém, por volta das 4h30 da manhã desta quarta-feira, a tripulação perdeu o contato com o continente.

NOTA
Por meio de nota, o Porto do Recife confirmou o naufrágio do navio, informando que o mesmo costumava atracar na capital pernambucana a cada duas semanas para embarcar suprimentos destinados à Ilha de Fernando de Norinha. A nota também diz que a embarcação contava com 100 toneladas de materiais diversos.

TRIPULANTES
Dos oito tripulantes que estavam a bordo, quatro já foram resgatados pelo navio mercante Nazenin, que passava próximo ao local na hora do incidente. Os demais seguem desaparecidos.

O RESGATE
Apesar do naufrágio ter sido no litoral paraibano, o resgate foi coordenado pelo Salvamar Nordeste, com sede em Natal, e pela Capitania dos Portos de Pernambuco.
O Salvamar Nordeste é o órgão que concentra os resgates em toda a região. E esse acionou Pernambuco por ser o ponto origem e de destino da embarcação que afundou, já que o arquipélago de Fernando de Noronha é considerado território pernambucano.

PROTOCOLO
A Marinha do Brasil confirmou ainda que existe um protocolo de Busca e Resgate em aberto. Todas as embarcações da região foram avisadas do naufrágio e orientadas a ficar em alerta, em busca de sobreviventes ou vestígios da embarcação que afundou. Foi esse alerta que fez com que o navio mercante encontrasse quatro dos náufragos.

DESAPARECIDOS
A partir da chegada na área do naufrágio dos navios do Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste, esses assumirão os trabalhos de busca dos outro quatro tripulantes, que seguem desaparecidos.